sábado, 20 de junho de 2009

Estado de emergência


Por Mariana Tatos

À uma necessidade urgente de revitalização da linguagem, de modo que ela se torne um instrumento objetivo de criação, pois a língua é social e é pela cooperação que a cultura se desenvolve. A sociedade urbana brasileira vive num sistema compelido ao excesso de informação, poluição sonora ,visual e presa ao mercado do produto, consumo e da estética que o capitalismo impõe, que acaba por influenciar na educação. Ao longo dos anos, houve um forte aumento das indústrias nos centros urbanos, o que vem acarretar uma demanda populacional maior nas cidades. Na década de 60, foi implantado no país um modelo econômico que veio atender os principalmente os interesses das elites, onde se direcionou os investimentos públicos para grandes obras de infra-estrutura, financiadas através de empréstimos exteriores, que ocasionou um brutal endividamento do país, prejudicando então o investimento nos setores sociais.
Dentro deste quadro o que vejamos hoje, são jovens insatisfeitos, ansiosos, que perderam a vontade de aprender, e educadores estressados e despreparados para inovarem suas formas de linguagens.
Temos um Estado que passou a ser um aparelho político a serviço do econômico e, em conseqüência, a educação um modo de servir o ideal capitalista, devido à uma crise educacional brasileira. E esta é toda encoberta pela grande mídia brasileira, deixando a maioria da população dopada a realidade pública nacional.
Quem sabe um dia esta nossa realidade mude....

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